quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Nova colunista... Sobre maternidade


 Olá, meu nome é Bruna, tudo bem?! Esse é meu primeiro post como colunista do blog, então achei legal um post que fale um pouco da minha realidade, sobre algo que me defina e faça parte do dia a dia. O legal deste post é que não é apenas a minha realidade, porque sei que também é a de várias de nós e poder falar disso é muito legal, mesmo sabendo o quão difícil possa ser... Vamos falar um pouco sobre maternidade? Vem comigo!
  Ser mãe é uma coisa meio louca, é um misto de muitas coisas: amor, alegria, medo, ansiedade, por vezes tristeza e desespero.
  Quando se tem vinte e três anos e você olha pra uma criança, de quase dez, passa algo na sua cabeça como: 'putz, como o tempo passa'.
  Sim, fui mãe muito cedo, e foi tudo muito rápido, na verdade você tem aquele pensamento de que nunca vai acontecer com você, afinal você é jovem, é adolescente e imortal... Só que não. As fichas demoram a cair, porque ninguém espera uma vida sendo gerada nessa altura do campeonato, sempre pensei que se um dia tivesse filhos seria programado e tudo bonitinho, como manda o figurino.
  Posso dizer que não é fácil, rola preconceito sim e as pessoas sempre acham que a garota é a total errada, que não se cuidou, fica mal vista, etc... Como se somente a mulher fosse errada por isso. Conheço pessoas que não lidaram com isso muito bem, que fizeram escolhas erradas, que se arrependeram; a gente não pode julgar afinal, ninguém sabe o que se passa na vida do outro então posso apenas falar sobre a minha experiência.
  Por sorte, em termos de saúde e pela idade, minha gestação foi super tranquila. Ser mãe solteira não é fácil, mas tenho de agradecer a Deus por ter meus pais e minha avó, que foram e ainda são excepcionais com relação a minha filha. Nunca faltou nada para ela, muito pelo contrário. Nessa fase, também descobri que há muitos 'amigos' que não valem nada e há aqueles que se mostram verdadeiros irmãos.
  Quase dez anos depois, analisando tudo, eu tive muita sorte na vida, afinal de contas, apesar de tudo, de certas dificuldades, eu ganhei uma amiga pro resto da vida. Hoje vejo as coisas completamente diferente, vejo o quão falha fui como filha e mãe, que poderia ter curtido mais a fase bebê da minha filha (e, eu mesma abri mão de muita coisa da adolescência como por exemplo sair, festas, entre outros pra poder estar com ela nessa fase), vejo como tudo o que fazemos, de algum modo, influencia em nossas vidas.
  Ter um filho é crescer diariamente, às vezes é testar seus limites, seu coração... Na verdade é saber que seu coração não está mais dentro de você e sim em outro ser de forma incondicional. É entender que às vezes você briga e puxa orelha porque quer bem, é passar noites acordada preocupada, é chorar por medo de como será o futuro dele.
  Ser mãe é ver esse pequeno ser crescendo e começando a se parecer com você, a gostar das mesmas coisas que você e, ver o quanto você influência essa pequena vida e o quanto essa vida faz a sua valer tanto a pena, é a força que te faz sempre ir pra frente independente do que as pessoas digam.
  Disso tudo, desses dez anos, por ser mãe muito nova e solteira, a gente aprende o quanto é forte, o quanto as pessoas são maldosas e o quanto há pessoas boas que querem seu bem mesmo que pra isso elas tenham de lhe dizer verdades doídas.
  Você percebe que a pessoa que está ao lado como companhia, não pode mais ser aqueles namoricos de adolescente, afinal de contas, é uma pessoa que a criança também precisa ver como responsável, como imagem paterna/materna. Afinal, não é porque você não está com o pai da criança que as coisas não possam se ajeitar e, reze pra que a madrasta/padrasto dela do outro lado também a queira bem!
  A gente cresce junto... Aprende sempre um pouquinho todo dia e, ver aquela semente pequenina crescendo e se tornando cada dia mais independente é assustador, afinal você a quer sempre embaixo das suas asas, pronta pra brigar com o mundo se ele a machucar.
  Entramos num mundo aonde tudo é bom, é colorido, é divertido, aonde não há problemas grandes e que com um colo e um beijo se ajeita. Ser mãe de menina, no meu caso, é mesclar a nerdice que ela herdou de mim com um um mundo todo fofo e delicado, às vezes meio rebelde, mas ainda assim um mundo de menininha todo enfeitado!
  O texto ficou grande mas é um pouco sobre mim, sobre o ser mãe... Ah sim, e essa coisinha que está começando a se parecer tanto comigo também é Júlia! Meu mundo tem duas Júlias lindas e importantes, um nome que sempre gostei e achei forte e o nome da minha melhor amiga que nessa loucura toda esteve lá comigo, dando esporro, colo, rindo, sendo presente mesmo quando longe...

  Mãe é assim... uma mistura de tudo, de muitas emoções e sentimentos, de extremos... Porque mãe é mãe!
  Enfim, é isso! Espero que tenham gostado! Até a próxima!
=* 

Eu e ela, porque tudo faz mais sentido com você filha!

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2 comentários:

  1. Lindaa Bru e Juju, saudades de vcss!!! Arrasando como sempre neh amiga????? a ju ta enormeee...lembro dela bebe!!!! acho q estamos ficando velhasss!!!kkkkkkkk

    amo vcsss!!!!!
    bjosss

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    Respostas
    1. Oi Anny! =D obrigada de s2 e obrigada por ler esse post grandão mas que fiz recheado de sentimentos verdadeiros! Não ficamos velhas não, amadurecemos e ficamos cada dia melhores iguais a vinho! =D

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